Ministro esclarece que centro penitenciário de Emboscada não possui celdas VIP
O ministro da Justiça, Rodrigo Nicora, saiu em defesa das publicações jornalísticas que apontam que os dormitórios carcerários onde estavam alojados traficantes e criminosos de alto voltagem no centro penitenciário "Martín Mendoza" não são celas consideradas VIP.
A respeito disso, Nicora entrou em contato com o jornal La Nación/Nación Media para esclarecer que não são celas luxuosas as descobertas no allanamento do presídio de máxima segurança de Emboscada, após a fuga de dois pessoas privadas de liberdade (PPL).
"A infraestrutura não permite ter uma edificação distinta da população convencional, porque é uma infraestrutura de concreto sem nenhuma conexão elétrica para poder conectar, seja televisão de plasma ou instalação de cama sommier, ar condicionado, ou cozinha", afirmou.
Entretanto, confirmou que sim encontraram em alguma cela do módulo 7, da planta alta, elementos que não estão permitidos, como ventiladores elétricos, liquidificador, e um alto-falante bluetooth (tecnologia sem fio), além de mosquiteiro, que tinha uma pessoa privada de liberdade.
"Por isso, falar de cela VIP não se ajusta à verdade, e ao que se acostumou em algum momento a conceituar como essa classe de privilégios", explicou.
Após a realização do allanamento neste centro penitenciário de Emboscada, devido à fuga de dois pessoas privadas de liberdade (PPL), conseguiu-se descobrir que poderosos traficantes e criminosos de alto perfil eram hóspedes dessas celas localizadas no módulo 7 da planta alta.
O grupo de reclusos era formado por: José Pastor Insfrán (caso A Ultranza), Alexandre Rodrigues Gomes (filho de Eulalio "Lalo" Gomes), Alexis González (caso A Ultranza), entre outros, segundo dados reportados na Universo 970/Nación Media.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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