Ministra e construtoras dialogam para aperfeiçoar mecanismos de impulso a obras
A ministra de Obras Públicas, Claudia Centurión, reuniu-se com representantes da Câmara Viária Paraguaia (Cavialpa) e da Câmara Paraguaia da Construção (Capaco) para tratar temas relacionados ao orçamento da carteira de Estado e a necessidade de impulsionar as obras. Como se sabe, as firmas construtoras encontram-se reclamando o pagamento de débitos e juros.
"Reunião de trabalho com os sindicatos da construção, Capaco e Cavialpa, para alinhar ações e desbloquear os desafios do setor. O diálogo é a ferramenta para trabalhar juntos e impulsionar obras, gerar emprego e contribuir para o desenvolvimento", publicou Centurión em redes sociais após o encontro, registrado na jornada de quarta-feira.
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Através de publicações em redes sociais, ambas as organizações do setor da construção valorizaram a abertura ao diálogo institucional. "Durante o encontro abordaram-se aspectos vinculados ao cronograma de desembolsos para o ano 2026, as previsões orçamentárias para 2027, os convênios modificatórios em contratos de obras públicas e os critérios de aplicação de reajustes contratuais pendentes", informou a Capaco.
Continuidade
"O seguimento constante e o trabalho coordenado nos permitem avançar na busca de soluções aos desafios que enfrentamos, contribuindo para uma melhor gestão dos contratos e para a continuidade das obras", destacou por sua parte o presidente de Cavialpa, Eng. Paul Sarubbi.
A Capaco, por sua vez, destacou "a importância de contar com previsibilidade nestes aspectos, considerando seu impacto direto no planejamento financeiro, operativo e contratual das empresas do setor, bem como na continuidade dos projetos de infraestrutura impulsionados pelo Estado".
Compromissos
As empresas da construção, do setor viário principalmente, encontram-se reclamando uns USD 100 milhões de juros por débitos não pagos. Neste sentido, têm o compromisso da Câmara de Deputados para sancionar a lei que permitirá dar o marco legal para honrar o compromisso.
Por outro lado, inicialmente reclamavam uns USD 250 milhões por faturas vencidas, questão que foi saldada em grande parte, segundo havia informado a ministra de Obras.
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Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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