Ministério Público investiga possível intoxicação com crack de quatro crianças em Coronel Oviedo
A promotora Lourdes Soto, em contato com a rádio Monumental 1080 AM nesta quinta-feira, explicou que na véspera, no final da tarde, recebeu informações sobre a intoxicação de quatro crianças de 5, 7 e 9 anos com droga tipo crack.
Este fato teria ocorrido no interior de uma residência em Coronel Oviedo, no Departamento de Caaguazú, quando estavam em companhia de um homem de 59 anos.
Segundo os primeiros dados, a casa seria um local onde se vendiam drogas e onde já haviam sido solicitados mandados de busca e apreensão.
"Ontem à tarde recebi a comunicação. O oficial me chamou e me disse que havia uma casa onde se intoxicaram e que foram levados em ambulância até o hospital quatro crianças. Isso é o que recebi", começou a relatar a agente do Ministério Público.
Igualmente, informou que todas as crianças estão no Hospital Geral de Coronel Oviedo e que foram submetidas a uma lavagem gástrica. "Esta manhã vou tentar falar com os médicos que as atenderam", continuou.
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Soto acrescentou que deve investigar o motivo pelo qual os menores de idade estavam naquela casa, onde vivem, quem são seus pais e quem é o proprietário da casa onde foram encontrados.
Uma familiar manifestou aos intervenientes que, minutos antes do fato, uma mulher identificada como Mariza teria chegado até a residência oferecendo um refrigerante ao homem maior de idade e às quatro crianças, informou o correspondente de Última Hora Robert Figueredo.
Pouco depois de consumir a bebida, todos começaram a apresentar sintomas compatíveis com intoxicação.
Durante o atendimento médico, uma pediatra extraiu da boca de um dos menores um pequeno fragmento de substância amarelada, que foi entregue à Polícia Nacional para análise.
O teste de orientação de campo (narcotest) foi positivo para cocaína tipo crack.
Os nomes das crianças são omitidos em cumprimento ao artigo 29 do Código da Infância e da Adolescência, que proíbe a publicação de dados que permitam identificar crianças em situação de vulnerabilidade.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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