Ministério Público exorta a remover propagandas eleitorais antes das municipais
Desde o Ministério Público comunicou-se que é obrigação dos prefeitos eliminar as propagandas eleitorais no marco das eleições municipais gerais programadas para 4 de outubro. De forma complementar, a instituição implementará um operativo de cobertura nacional para essa data, com o objetivo de oferecer uma resposta oportuna ante possíveis fatos delituosos e garantir o desenvolvimento normal da jornada eleitoral.
Sandra Ledesma, agente fiscal de Delitos Eleitorais de Assunção, apontou que o prazo limite para a realização de propaganda eleitoral é 1º de outubro. Manifestou que "realizar propaganda eleitoral fora do prazo é um delito eleitoral" e que "as municipalidades são as encarregadas de manter a limpeza e a ordem de cada cidade, devem contar com uma ordenança de regulamentação".
Ledesma indicou que o Ministério Público realizou trabalhos prévios para evitar que se induza o voto do cidadão, porém esclareceu que "isso não é trabalho do Ministério Público", mas responsabilidade das autoridades municipais correspondentes.
Centro de Monitoreo Electoral
Com relação ao Centro de Monitoreo de Informações e Denúncias, o mesmo será instalado na sede central da Fiscalía localizada em Chile esquina Ygatimí da cidade de Assunção. Esta estrutura permitirá centralizar informação e receber denúncias relacionadas com possíveis delitos eleitorais e outros fatos delituosos que pudessem registrar-se durante os pleitos.
Campanha de Conscientização Cidadã
Como parte das ações prévias aos pleitos, a Direção de Comunicação e Imprensa do Ministério Público desenvolverá uma campanha de conscientização dirigida à cidadania, com informação orientada a prevenir a comissão de delitos eleitorais e outros fatos delituosos.
A iniciativa busca contribuir para que a jornada cívica se desenvolva com normalidade e em cumprimento das disposições legais vigentes, promovendo o conhecimento das condutas que podem constituir delitos e a importância de denunciá-las ante as autoridades competentes.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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