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Polícia

Máfia de pagarés: Promotora adjunta volta a acusar ex ujier e pede seu julgamento oral

04/05/2026 20:00 2 min lectura 0 visualizações
Mafia de pagarés: Fiscala adjunta vuelve a acusar a ex ujier y pide su juicio oral

O juiz de Delitos Econômicos Rodrigo Estigarribia havia dado trâmite de oposição ao pedido dos promotores Leonardi Guerrero, Jorge Arce e Belinda Bobadilla, de conceder ao ex ujier Arturo Ayala a suspensão condicional do procedimento, mas agora que isso foi retificado e há uma acusação formal, o ex funcionário poderia ir a julgamento.

Contra ele, a Promotoria sustenta que Arturo Ayala, junto com outros três ujieres, teria falsificado as notificações em 258 expedientes tramitados ante o Juzgado de La Encarnación.

O mesmo Arturo Ayala havia confessado que quando chegou a esse Juzgado, se reuniu com Cibils e que lá ela lhe teria contado "a forma de trabalho" e os valores.

Disse ante os promotores que "pelo volume" de notificações que tinha para assinar, a juíza Carmen Analía Cibils deveria receber sua parte.

Também declarou que eles tinham objetivos que cumprir. "Eu deveria entregar a soma de G. 25 milhões semanais, o qual lhe entregava em dinheiro vivo nos dias sexta-feira em seu escritório (...) se não chegava deveria pagar e o fazia com retroativo na semana seguinte".

Esse valor poderia aumentar "se ingressassem mais empresas a litigar no Juzgado".

O dinheiro lhe era entregue à juíza Cibils em dinheiro vivo, nos dias sexta-feira em seu escritório, supostamente; e se o ujier não chegasse a alcançar os G. 25 milhões, tinha que pagar a semana seguinte com retroativo.

Inclusive, a magistrada mantinha "um sistema de controle da quantidade de notificações que se entregavam e pagos realizados", segundo declarou Ayala.

As grandes empresas iam apresentando muitos processos e, por conseguinte, teriam um "custo diferenciado" na cobrança das cédulas de notificação, expressou.

Fazia-se um desconto de 20% a 30% abaixo do que estabeleceu o Tribunal Superior de Justiça através de um acordado, que fixou preços de notificação de acordo com as distâncias.

E como os expedientes ficavam nas casas de cobrança durante todo o processo, estas só os levavam ao Juzgado quando se necessitava certas assinaturas, segundo o ex ujier.

Segundo Arturo Javier Ayala, os advogados das empresas levavam em "blocos" sua...

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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