Mãe pede respostas ao Hospital de Ñemby após suspeita de má praxis
A mãe de Carlos Daniel Ruiz Díaz Garcete, de 24 anos, denunciou a uma emissora uma suposta má praxis no Hospital de Ñemby, após seu filho ingressar caminhando, com um quadro de febre e terminar intubado e com rigidez no corpo.
Maria Garcete, mãe do jovem, denunciou que seu filho recebeu um medicamento que não lhe correspondia e que não a convencem as explicações que lhe deram.
"Eu levei meu filho caminhando, ele estava bem, lúcido"
"A mim me preocupa como mãe, eu levei meu filho caminhando, falando, se ria, lúcido e depois de três dias, se enrijece, não fala, praticamente está em coma", relatou a mulher.
A mulher disse que viu seu filho inconsciente, fizeram uma tomografia, mas que uma enfermeira lhe disse que o medicamento que lhe deram não era para ele.
O jovem foi trasladado ao Instituto Nacional de Doenças Respiratórias e do Ambiente Juan Max Boettner (Ineram), mas continuava rígido, em terapia intensiva e antes de ontem acordou. "Estava confuso, não me reconheceu", explicou a mãe.
A mãe disse que não lhe deram nenhuma explicação e que agora já lhe removeram a sonda pela qual se alimentava e o transferiram para uma enfermaria comum. A afetada pede respostas ao Hospital de Ñemby.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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