Japão suspende medidas de controle reforçado sobre chía paraguaia
País asiático reconhece efetividade das medidas corretivas implementadas pelo Senave
O Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes (Senave) informou que o Ministério de Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão comunicou à Embaixada da República do Paraguai naquele país a modificação do Plano de Monitoramento de Alimentos Importados para o ano fiscal 2026. Esta decisão deixa sem efeito as medidas implementadas a partir de 15 de julho de 2025, quando foram detectados resíduos de atrazina em um envio de chía paraguaia.
A determinação constitui um reconhecimento à efetividade das medidas corretivas e preventivas implementadas pelo Senave em coordenação com os distintos atores da cadeia produtiva.
Retorno ao regime ordinário
Como resultado dos controles obtidos durante o período de vigilância reforçada, a chía paraguaia retorna ao Nível 1 de monitoreo ordinário, correspondente ao regime habitual de controle de alimentos importados pelo Japão. Os envios voltam a estar sujeitos a amostragens aleatórias sobre uma proporção reduzida das partidas, sem as condições especiais que caracterizaram o período de vigilância reforçada.
Fortalecimento de controles na cadeia produtiva
Durante o período de medidas reforçadas, foram implementados controles exaustivos ao longo da cadeia produtiva e exportadora, entre eles: análise obrigatória de resíduos de agrotóxicos sobre 100% dos lotes de chía destinados ao Japão, rastreabilidade das zonas de produção, monitoreo do uso de agrotóxicos e capacitação dos setores públicos e privados.
A recuperação das condições normais de acesso representa um importante respaldo à qualidade, inocuidade e confiabilidade da chía paraguaia, fortalecendo a posição do Paraguai como provedor confiável de alimentos nos mercados internacionais.
O Senave reafirmou seu compromisso com a proteção da produção nacional, a inocuidade dos produtos de origem vegetal e a abertura e manutenção de mercados internacionais para os produtos paraguaios.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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