Há escassez de vazio e costela para o churrasco pelo Dia do Trabalhador: A que se deve essa situação?
Gustavo Lezcano, titular da Cámara Paraguaya de Supermercado (Capasu), se referiu à escassez de carnes nos comércios para os festejos do Dia do Trabalhador, que se comemora nesta sexta-feira, na maioria das ocasiões com o tradicional churrasco.
"Nunca em meus anos de supermercado vi este fenômeno que passamos para este Dia do Trabalhador", admitiu Lezcano em comunicação com a rádio Monumental 1080 AM.
Na semana foi publicado que mais de uma centena de caminhões de gado estão em espera devido ao bloqueio de caminhos após as chuvas no Chaco e esse seria o principal motivo da escassez de carne nas gôndolas.
"Os frigoríficos disseram que tiveram uma baixa de 50% do abate porque os caminhos para sair das estâncias no Chaco estão intransitáveis, não puderam chegar os animais ao frigorífico", acrescentou o titular do grêmio.
A situação se torna mais complicada para o fim de semana, segundo vaticinaram os supermercadistas.
"Praticamente hoje (sexta-feira) terminam as costelas e no fim de semana teríamos que experimentar com talharim de frango ou algum outro cardápio", expressou.
Quanto aos preços, no Mercado 4 a costela se comercializa entre G. 48.000 e G. 53.000 o quilo, enquanto o vazio oscila entre G. 55.000 e G. 60.000.
Outros cortes como rabadilha, bola de lombo e carnaza negra giram em torno dos G. 65.000, enquanto opções mais econômicas como a paleta ou carnaza branca se situam em torno dos G. 55.000.
Além da carne bovina, os consumidores podem optar por alternativas como o surubí, disponível inteiro (a G. 80.000 o quilo) ou em cortes (G. 100.000 o quilo), assim como carne de porco e embutidos para diversificar o cardápio.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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