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Política

Fiscal afirma que seu papel de coordenador na Sudamericana foi "erro de impressão"

14/05/2026 01:45 3 min lectura 11 visualizações
Fiscal afirma que su rol de coordinador en la Sudamericana fue "error de impresión"

Emiliano Rolón Fernández, fiscal geral do Estado, atribuiu a um erro em seu currículo o fato de que tenha aparecido como coordenador da Universidade Sudamericana, a qual expediu um título de advogado ao ex-senador Hernán Rivas e que se presume seria de conteúdo falso.

Abordado sobre o caso de sua vinculação com a Universidade Sudamericana onde supostamente teve o cargo de coordenador, negou que tal afirmação seja correta e disse que seu papel de coordenador é pela Universidade Nacional de Asunción (UNA).

"É um mal-entendido grave. Quando elaboramos currículo colamos coisas e fica asentado algum erro ou uma falha que pode ser totalmente usual e eu tenho centenas de currículos que de repente elaboro. Nesse currículo, há um erro conceitual que nem sequer considero que seja uma falha", disse em resposta para justificar por que aparece como coordenador na Sudamericana.

Afirmou que não é coordenador da Sudamericana nem o foi.

"Sou coordenador, docente técnico nomeado pelo Conselho Superior Universitário da UNA", indicou.

Reiterou que é um "erro" de impressão no currículo o fato de que apareça como docente da Sudamericana.

"Estava creio que ao lado e ao transcrever-se e fazer-se a impressão saiu como da Sudamericana", insistiu.

Esclareceu que sim teve contato com a Sudamericana, mas por solicitação de uma promoção de magistrados.

"Meu único contato e com muito orgulho foi ministrar aulas a juízes e fiscais que contrataram através da Universidade. Foi um contrato entre eles. Não fui coordenador. No meu caso simplesmente, na hora de aula e no horário que estava previsto X horas no total assisti a fiscais e juízes", sustentou.

Disse que o coordenador praticamente é uma figura decorativa. "A função de um coordenador nem sequer é administrativa, é o professor pivô e está a cargo de um grupo de professores e assiste quando alguém está impossibilitado ou doente", disse.

Disse que sua passagem pela Sudamericana foi em 2013 e naquele momento estava habilitado, "mas depois sucedeu o que todos conhecem".

Expressou que não há daquela data "nenhum documento, instrumento público ou carta de constituição" que assevere que foi diretivo.

Quando terminava a nota com os meios acreditados, devido à pressa que o FGE trazia, foi consultado sobre se cabe a possibilidade de que também se investigue o suposto título falso atribuído ao deputado Yamil Esgaib e se estava dentro de suas atribuições.

Sustentou que suas faculdades à frente da Fiscalía e a ética assim o permitem, embora não tenha aprofundado se ordenará ou não investigar de ofício.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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