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Internacional

Ex-presidentes da América Latina e Espanha respaldam Rodrigo Paz

20/05/2026 20:00 3 min lectura 9 visualizações
Ex presidentes de Latinoamérica y España respaldan a Rodrigo Paz

Os ex-presidentes e membros do Grupo Liberdade e Democracia, através de um comunicado, rejeitam de maneira categórica a tentativa de ruptura institucional na Bolívia e expressaram seu respaldo ao presidente boliviano Rodrigo Paz Pereira, eleito democraticamente em 2025.

Em seguida, afirmaram que essa tentativa de desestabilização institucional, promovida desde setores afins ao Foro de São Paulo, se sustenta em cinco elementos documentados publicamente.

Seguidamente, indicaram que desde a oposição, e apenas seis meses após ter sido investido como presidente da Bolívia, "setores radicais exigiram a renúncia do chefe de Estado sem que exista uma rota constitucional que o justifique".

Referiram-se às ações violentas dos últimos dias e à tentativa de tomar pela força a Plaza Murillo e aos bloqueios em distintas rodovias do país, que impediram a passagem de oxigênio medicinal, alimentos e combustíveis.

Assim como a rejeição ao diálogo por parte das organizações que lideram os bloqueios e a coordenação operativa de marchas desde o Trópico de Cochabamba até La Paz.

"Estes fatos constituem uma nova tentativa de quem saqueou a Bolívia e agora pretende retornar ao poder mediante a desestabilização institucional, replicando estratégias que buscaram erosionar a democracia e semear o caos em outros países do continente", sentenciaram.

Pode ler: Bolívia expulsa embaixadora da Colômbia por "interferência" de Petro em conflito interno

Diante da gravidade destes fatos, fizeram um chamado à comunidade internacional, aos organismos multilaterais e aos defensores da democracia no hemisfério a manterem-se vigilantes frente à situação na Bolívia.

"O ocorrido nos últimos dias não pode ser minimizado: representa uma ameaça direta à ordem democrática e um precedente perigoso para a região", advertiram.

Por outro lado, mencionaram que permitir que a violência, a intimidação e o bloqueio institucional se convertam em mecanismos de pressão política "abriria a porta ao avanço de projetos autoritários, populistas e antidemocráticos que desconhecem a alternância no poder e buscam perpetuar-se mediante a desestabilização das instituições, e um retrocesso democrático".

Assinaram o escrito os ex-presidentes Luis Fortuño (Porto Rico), Jorge Tuto Quiroga (Bolívia), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Juan Guaidó (Venezuela), Guillermo Lasso Mendoza (Equador), Felipe Calderón (México), Miguel Ángel Rodríguez (Costa Rica), Mariano Rajoy (Espanha), Rafael Calderón (Costa Rica), Iván Duque (Colômbia), José María Aznar (Espanha), Jeanine Áñez Chávez (Bolívia), Eduardo Frei Ruiz-Tagle (Chile), Mauricio Macri (Argentina) e Mireya Moscoso (Equador).

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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