Emilio Argaña se defende e critica titular da Feprinco
O conselheiro do Instituto de Previsión Social (IPS), representante dos empregadores, José Emilio Argaña, em comunicação com a Redação de Última Hora, expressou seu parecer sobre as críticas do titular da Feprinco e da UIP, Enrique Duarte, a respeito de seu pedido de licença com vencimento.
"É lamentável. Acompanhamos o pedido de renovação do Dr. Fretes", afirmou Duarte. Sobre este tema, Argaña assegurou: "É questão de se corresponde ou não corresponde. Isso é o que há que ter muito em conta. Se todos os demais conselheiros saíram de férias anualmente, é porque o regulamento do IPS diz claramente que todos os conselheiros têm direito a 30 dias úteis de licença com vencimento. O regulamento diz isso. Não sou eu", explicou Argaña.
Sobre a normativa vigente, o atual representante dos empregadores indicou o seguinte: "Que a ele (Duarte) o surpreenda uma medida desse tipo, diz muito pouco do seu critério. Será uma opinião subjetiva e muito pessoal da parte dele. Totalmente fora de lugar me parece sua opinião, porque o que há que ver é se corresponde ou não corresponde. E estou citando o artigo 12 do regulamento, que diz exatamente o que digo", expressou.
Por outro lado, sobre as referências feitas a que não se veem representados com sua gestão, o conselheiro respondeu: "É um senhor que me dá pena. Realmente me dá pena que se expresse dessa maneira; eu sou representante da Associação Rural do Paraguai porque houve uma terna. Ele tinha seus candidatos e a ARP tinha os seus. E a ARP ganhou a disputa. Sangra por sua ferida", apontou Argaña.
Também ofereceu declarações com respeito à suposta falta de comunicação entre as partes. "Lembro que se molestou porque eu havia pedido licença e havia colocado meu cargo à disposição do presidente da República, algo que fiz de forma não consultada. E hoje me sinto satisfeito de ter feito, porque isso provocou o que hoje ocorre: a mudança no IPS, que era tão necessária", asseverou com respeito à solicitada renovação do Conselho Administrativo atual do IPS.
"Em primeiro lugar, o presidente da República pode prescindir das pessoas que lhe convenha sem precisar que eu coloque o cargo à disposição nem que renuncie", manifestou o conselheiro.
Destacou que se manterá como conselheiro. "Se hoje eu apresento minha renúncia ou coloco o cargo à disposição, significaria que o faço porque a uns quantos personagens se lhes ocorre e querem pressionar. Eu continuo em minhas funções com a consciência tranquila, e por isso não me sinto agravado pelas palavras que digam essas pessoas", concluiu Argaña.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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