Diego Puente: "Um ensino médio florestal geraria enraizamento e encurtaria a curva de aprendizado das empresas"
Com quase 400 mil hectares de plantações e um futuro com potencial industrial, o Ministério da Indústria e Comércio (MIC), o Ministério da Educação e Cultura e a União Europeia trabalham em um ensino médio técnico florestal que permita no futuro uma rápida inserção laboral e menor emigração de áreas rurais.
Ante a consulta sobre a importância que adquire a criação e promoção de um ensino médio florestal, em um contexto em que o setor busca ganhar maior peso na economia, o titular da Federação Paraguaia de Madeireiros (Fepama), Diego Puente, manifestou: "Um ensino médio técnico florestal poderia cumprir duas missões estratégicas: primeiramente, gerar arraigo territorial, permitindo que jovens das zonas rurais possam qualificar-se sem necessidade de migrar para as cidades, reduzindo a emigração rural. Em segundo lugar, encurtaria significativamente a curva de aprendizado das empresas do setor, pois contariam com profissionais já capacitados nas competências técnicas específicas que o setor demanda".
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
Nossa equipe editorial trabalha para oferecer informação clara, completa e atualizada para o leitor brasileiro.