Desflorestamento na Amazônia brasileira atinge seu nível mais baixo em quase 40 anos
Mínimo histórico em medições de desflorestamento
O desflorestamento na Amazônia brasileira registrou 3.335 quilômetros quadrados de vegetação destruída, segundo dados do sistema de monitoramento por satélite Prodes, difundidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Esta cifra constitui o nível mais baixo em quase quatro décadas de medições contínuas.
O resultado supõe uma melhoria significativa em relação ao anterior recorde histórico de 4.571 quilômetros quadrados, registrado em 2012, e marca o quarto ano consecutivo de redução da devastação florestal na região.
Continuidade na redução da devastação florestal
Esta tendência decrescente contrasta com os 11.504 quilômetros quadrados de florestas destruídas em 2022, o último ano do mandato anterior. A consistência na redução anual evidencia uma estratégia sustentada de proteção ambiental.
Políticas de prevenção e controle implementadas
O Governo brasileiro atribui estes resultados a políticas integrais de prevenção e controle que combinam vigilância por satélite de alta precisão, inspeções ambientais periódicas, proteção territorial efetiva e incentivos a atividades produtivas sustentáveis.
Desde 2023, as autoridades ambientais realizaram 76.095 operações de fiscalização em todo o Brasil e impuseram 25.101 multas por infrações vinculadas ao desflorestamento, gerando um valor total de 11.800 milhões de reais, equivalentes a 2.322 milhões de dólares, de acordo com dados oficiais.
Meta de desflorestamento zero para 2030
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, estabeleceu como objetivo nacional alcançar o desflorestamento zero na Amazônia para o ano 2030, consolidando o compromisso ambiental do país com a proteção da selva tropical mais extensa do planeta.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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