Corte Suprema se soma a Outubro Rosa e reafirma direitos de trabalhadoras a controles médicos
A Corte Suprema de Justiça se somou à campanha nacional "Outubro Rosa", com o objetivo de fortalecer a prevenção e a detecção precoce do câncer de mama. Durante a sessão plenária desta quinta-feira, o presidente da máxima instância judicial, Alberto Martínez Simón, e a ministra Carolina Llanes destacaram a importância dos controles médicos periódicos e relembraram o direito das trabalhadoras em acessar licenças remuneradas para realizar estudos preventivos.
No marco da iniciativa, que se desenvolve durante todo o mês de outubro, Martínez Simón apontou que o uso do laço rosa busca visibilizar a luta contra esta doença e promover o acesso a exames médicos que permitam detectar a tempo possíveis complicações de saúde.
Importância dos controles periódicos
A ministra Carolina Llanes exortou as mulheres a priorizar seu bem-estar e aproveitar as ferramentas disponíveis para cuidar de sua saúde. Enfatizou que a informação oportuna, os controles periódicos e a detecção precoce constituem elementos fundamentais para fazer frente ao câncer de mama.
A magistrada reafirmou o compromisso do Poder Judicial com a campanha, através de ações de sensibilização que promovam a prevenção e a solidariedade com as mulheres em matéria de saúde.
Direitos trabalhistas em saúde preventiva
As autoridades relembraram que as trabalhadoras têm direito a dois dias de permissão remunerada ao ano para se submeterem a exames de Papanicolau e mamografia, conforme a Lei N.º 3.803/09, modificada pela Lei N.º 6.211/18. A solicitação desta licença deve ser realizada através do portal institucional da Corte Suprema, na seção Legajos.
Atividades de conscientização
Como parte das ações de conscientização, funcionários de Capital Humano do Poder Judicial distribuíram laços rosas e materiais informativos entre trabalhadores judiciais e usuários da justiça, com o propósito de reforçar a mensagem sobre a importância dos exames de rotina e a prevenção do câncer de mama.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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