Corpos de Bombeiros de Asunção cobram débito da Municipalidade
Bombeiros amarelos e azuis reivindicam pagamento de 3,5% do imposto sobre construção desde 2020
Reclamo por cumprimento de ordenança
O Corpo de Bombeiros Voluntários do Paraguai (CBVP), conhecidos como bombeiros amarelos, e o Corpo de Bombeiros Voluntários Asunción (CBVA), identificados como bombeiros azuis, apresentaram um reclamo formal à Municipalidade de Asunción solicitando o desembolso imediato do 3,5% do imposto a construção que, conforme normativa vigente, deve ser destinado aos serviços de combate a incêndios e atendimento de sinistros.
Lorena Canan, presidenta do Corpo de Bombeiros Voluntários do Paraguai, manifestou que existe uma ordenança municipal que estabelece a distribuição destes fundos: 60% para o CBVP e 40% para os bombeiros azuis. Conforme a dirigente, esta dívida se mantém desde o ano 2020.
Importância dos fundos para a segurança
Canan enfatizou que o dinheiro arrecadado deve ser utilizado para garantir a segurança cidadã e que atualmente funcionam sete corpos de bombeiros em Asunción. A dirigente expressou que a comunidade contribuiu com estes fundos através do imposto a construção e que estes recursos devem chegar efetivamente às instituições de emergência.
"Cansa ter que insistir em algo que está estabelecido e que a comunidade pagou à Municipalidade e não chegou aos bombeiros"
Caráter institucional do reclamo
A presidenta do CBVP esclareceu que o reclamo responde unicamente ao cumprimento da ordenança municipal e não possui motivações políticas nem partidárias. Enfatizou que os corpos de bombeiros prestam serviços a toda a cidadania sem distinção de cor política e que o reclamo se fundamenta na necessidade de garantir recursos para a segurança cidadã.
"Este não é um reclamo político, é um pedido de cumprimento da ordenança. Não é um pedido partidário, já que servimos a todos os asunceños sem distinção de cor política e tem a ver com a segurança cidadã", indicou Canan.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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