Colômbia rejeita manifestações de apoio internacional em processo eleitoral
O Governo da Colômbia manifestou sua inconformidade ante pronunciamentos de autoridades estrangeiras a respeito do processo eleitoral em desenvolvimento no país. Por meio de sua Chancelaria, o executivo colombiano emitiu um comunicado oficial rejeitando estas manifestações.
Posição oficial do Governo colombiano
A Chancelaria assinalou que qualquer manifestação de apoio, rejeição, pressão ou intervenção de uma autoridade estrangeira orientada a favorecer ou prejudicar qualquer uma das candidaturas ou campanhas participantes constitui uma atuação imprópria em um assunto que compete exclusivamente ao povo colombiano.
O organismo acrescentou que este tipo de pronunciamento desconhece o dever de prudência, responsabilidade e respeito mútuo que deve orientar as relações entre os Estados, especialmente durante o desenvolvimento de um processo eleitoral. Igualmente, apresentou uma nota de protesto pelo ocorrido.
Princípios internacionais invocados
Para o Governo colombiano, o princípio de não intervenção constitui um fundamento essencial da ordem jurídica internacional. A Chancelaria assinalou que os pronunciamentos recentes desconhecem o chamado anterior formulado pelo executivo para que todos os atores internacionais ajam com prudência e responsabilidade.
Contexto do processo eleitoral
A Colômbia encontra-se em processo de segundo turno eleitoral. Na primeira rodada, o candidato da agrupação Defensores da Pátria obteve 10,3 milhões de votos, equivalentes a 43,7 por cento do total. Em segundo lugar, o senador Cepeda alcançou 7,6 milhões de sufragos, representando 40,9 por cento.
O candidato de Defensores da Pátria recebeu manifestações de apoio de diversas figuras da política internacional.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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