Citam Miguel Prieto para avaliar sanções por litigação temerária
A Câmara de Apelação rejeitou uma nova recusação apresentada pelo ex-intendente de Ciudad del Este, Miguel Prieto, contra o juiz de garantias Humberto Otazú. O recurso se enquadra no caso conhecido como Tajy, onde a Fiscalía sustenta que existe um prejuízo patrimonial de mais de G. 306.188.500.
Os juízes de segunda instância concluíram que não existem motivos para afastar o magistrado. Portanto, Otazú seguirá à frente do processo penal e deverá fixar a audiência preliminar para definir se a causa se eleva ou não a julgamento oral e público.
Além disso, o tribunal de alçada citou Prieto para o 10 de junho em uma audiência prevista no artigo 114 do Código Processual Penal. O objetivo da diligência é analisar possíveis sanções pelos supostos recursos dilatorios apresentados durante o processo. A lei estabelece que, em casos de má-fé ou litigação temerária, os magistrados podem aplicar advertências ou multas de até cem dias em situações graves ou reiteradas.
No caso Tajy, os promotores Silvio Corbeta, Yeimy Adle e Verónica Valdez acusaram Prieto por presunta lesão de confiança, administração em proveito próprio e associação criminosa. A investigação aponta para um esquema de direcionamento de licitações públicas para beneficiar empresas vinculadas, o que teria causado um prejuízo patrimonial de G. 306.188.500 ao município de Ciudad del Este mediante pagamentos por mercadorias inexistentes.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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