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Internacional

Buscam 14 pessoas desaparecidas após explosões em sede militar da Bolívia

05/09/2026 17:00 2 min lectura 358 visualizações

Ao menos 14 pessoas se encontram desaparecidas após as duas explosões em um recinto militar da Bolívia que deixaram dois mortos e mais de 80 feridos, segundo novo balanço divulgado neste sábado pelo ministério da Defesa.

Os estallidos ocorreram à tarde de sexta-feira no Regimento Bolívar da localidade de Viacha, a 30 quilômetros a sudoeste de La Paz. Os óbitos e feridos foram confirmados à noite de sexta-feira pelo ministério da Defesa e neste sábado um chefe militar divulgou a lista atualizada de pessoas que faltam ser localizadas.

"Catorze uniformizados que se encontravam no setor afetado pelas duas explosões registradas no centro militar de Viacha não foram localizados até o momento", apontou em comunicado o coronel Antonio Amaru, comandante do recinto Bolívar.

Um primeiro relatório do governo sobre pessoas desaparecidas mencionou o número de sete e agora fixou em 14. Trata-se de um sargento, funcionário das Forças Armadas, e 13 recrutas de 18 e 19 anos que realizam um ano de serviço militar, obrigatório na Bolívia.

Neste sábado ainda se observam paredes destruídas da guarnição militar. Também escombros nas ruas, postes metálicos de luz dobrados, árvores derrubadas, casas com janelas de vidro quebrado e familiares que ainda aguardam um comunicado oficial sobre qual é a situação dos desaparecidos, observou um fotógrafo da AFP.

O coronel Amaru apontou que "os trabalhos de busca, resgate e remoção de escombros continuam na área afetada". Ainda se investigam as causas do incidente.

O ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, em um relatório de sexta-feira confirmou as duas explosões. A primeira teria envolvido "pólvora negra, correspondente a material pirotécnico armazenado no local" e depois a segunda "de muito maior magnitude" com elementos que se investigam.

A polícia de Bombeiros apontou que o incidente foi controlado. O prefeito de Viacha Jenrry Patzi se queixou com sollozos de que em seu município de aproximadamente 114 mil habitantes "não há um pinche (simples) hospital de segundo nível para dar suporte a isto".

Fonte: AFP

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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