Bombeiros amarelos e azuis cobram dívida de G. 10 bilhões da Prefeitura de Assunção
O CBVP, conhecidos como bombeiros amarelos, e o CBVA, chamados também bombeiros azuis, exigiram da Municipalidade de Assunção o desembolso imediato de 3,5% do imposto sobre construção que se destina aos combatentes de incêndios e outros sinistros.
"Viemos fazer este protesto. Atualmente, em Assunção funcionam sete corpos de bombeiros. Nos sentimos ignorados", explicou nesta terça-feira Lorena Canan, presidenta do Corpo de Bombeiros Voluntários do Paraguai, em comunicação com a rádio Monumental 1080.
A titular dos bombeiros amarelos sustentou que existe uma ordenança na qual se dispõe que 3,5% do arrecadado por imposto sobre construção se destine aos corpos de bombeiros de Assunção, distribuindo 60% para o CBVP e 40% para os bombeiros azuis.
O dinheiro arrecadado deve ser utilizado para garantir a segurança cidadã, segundo indica a iniciativa municipal.
"Cansa ter que insistir em algo que está estabelecido e que a comunidade pagou à Municipalidade e não chegou aos bombeiros", acrescentou a dirigente.
A dirigente dos bombeiros advertiu que o protesto não tem um cunho político e não esconde uma reclamação contra a gestão do prefeito Luis Bello.
"Este não é um protesto político, é um pedido de cumprimento da ordenança. Não é um pedido partidário, já que servimos a todos os assuncenos sem distinção de cor política e tem a ver com a segurança cidadã", insistiu.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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