"Basta de desculpas", afirma Delcy Rodríguez e exige ao Banco da Inglaterra devolver o ouro da Venezuela
Venezuela possui nesse banco barras de ouro avaliadas em 2023 em 1.900 milhões de dólares que não consegue retirar porque o Reino Unido não reconheceu a reeleição de Nicolás Maduro de 2018.
"Já basta de desculpas" e "do roubo do nosso ouro", disse Rodríguez durante uma reunião com seus ministros ao afirmar que "esse ouro é dos venezuelanos e das venezuelanas, não do Banco da Inglaterra".
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Londres e Caracas iniciaram um aproximação diplomática em setembro com o anúncio de que ambos os países nomeariam embaixadores em suas representações diplomáticas, que haviam mantido em nível de encarregados de negócios.
O distanciamento remonta a 2019 quando o então líder opositor Juan Guaidó pediu ao Banco da Inglaterra reter o ouro venezuelano diante do governo de Maduro.
Essa demanda ocorre nove meses depois da captura de Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos.
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E após a mesa de negociações para alcançar uma transição democrática na Venezuela, entre o governo interino e parte da oposição, acordar em agosto em trabalhar para conseguir a recuperação do ouro para atender às vítimas dos terremotos de 24 de junho.
"O que temos visto durante estes últimos anos em crioulo se chama uma vaciladera (zombaria), mas é uma vaciladera que o que busca é se apropriar ilegitimamente dos recursos, é reserva do Banco Central esse ouro, já não mais desculpas", enfatizou Rodríguez, que governa sob pressão de Washington.
A presidente encarregada ordenou além disso à chancelaria e à procuradoria geral ativar-se pelos canais correspondentes para que retorne o ouro ao país.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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