Aos 82 anos, Arnaldo André confessa que continua sendo um sedutor e ciumento de morte
Em uma entrevista em profundidade com o jornal argentino Clarín, o ator paraguaio Arnaldo André divulgou a mais recente turnê teatral que realiza e aproveitou para contar algumas facetas de sua personalidade.
Prestes a completar 83 anos — nasceu em 10 de novembro de 1943 —, o artista é considerado uma das primeiras figuras da TV e dos palcos do país vizinho. Com papéis protagonistas em clássicos como "Piel naranja" e "Amo y señor", Arnaldo prefere não mencionar publicamente sua idade e se autopercebe "um garoto sempre".
Quanto à repercussão gerada por seu caminho artístico, o ator ressalta que a busca pela "fama" não deveria ser prioridade. "Eu digo aos garotinhos que querem ser atores que precisam focar muito bem o que desejam: ser ator para ser famoso não é o caminho", sublinha. "É uma possível consequência. O que há que definir é o objetivo dos sonhos. Agora qualquer um pode ser famoso, uma loucura".
Confissão
Embora prefira não entrar em detalhes quanto à sua vida privada, Arnaldo se considera um "grande sedutor" desde seus tempos na escola primária. "Ficava ciumento se a professora dava mais atenção a outro menino", diz. A respeito disso, sublinha que sempre foi "sedutor e ciumento de morte".
Nascido como Andrés Pacuá Zaracho na cidade de San Bernardino, descobriu sua vocação teatral desde seus primeiros dias em Cordillera. Além de uma trajetória impecável na TV e nos palcos portenhos, participou de produções memoráveis no Paraguai. Em 1995, protagonizou "Ríos de fuego" na TV local, e em 2013 estreou seu filme biográfico "Lectura según Justino", que ele mesmo dirigiu e produziu.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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