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Esportes

Análise sobre a arbitragem nos jogos da Argentina na Copa do Mundo

08/07/2026 19:45 3 min lectura 6 visualizações
Análisis sobre el arbitraje en los partidos de Argentina en el Mundial

Argentina em defesa de seu título mundial

A seleção argentina está mobilizando todos os seus recursos para defender sua condição de campeã mundial. Nas duas primeiras rodadas eliminatórias, a Albiceleste enfrentou partidas mais competitivas do que o esperado, conquistando vitórias por 3-2 tanto contra Cabo Verde quanto contra o Egito.

Após a vitória contra o Egito, surgiram observações a respeito das decisões arbitrais tomadas durante o encontro das oitavas de final, o que gerou questionamentos sobre a equidade no torneio.

Reclamações da seleção egípcia

A federação do Egito apresentou uma solicitação formal à FIFA pedindo a expulsão dos árbitros responsáveis por dirigir a partida. A seleção africana argumentou ter recebido um trato desigual e alegou favoritismo em relação à Argentina e sua figura principal, Lionel Messi.

O técnico Hossam Hassan declarou que sua equipe havia sido tratada injustamente e que havia uma injustiça nas decisões arbitrais. Hassan também sugeriu que a FIFA poderia ter algum tipo de viés, mencionando a possibilidade de que a organização desejasse manter o campeão mundial na competição ou que buscasse que Messi continuasse no torneio.

Contexto da derrota egípcia

É compreensível a frustração do Egito após a derrota de terça-feira por 3-2. A seleção africana vencia por 0-2 com apenas 11 minutos restantes da partida e estava próxima de conquistar uma histórica ida aos quartos de final. Porém, Argentina reagiu com vigor, reverteu o placar e anotou o gol decisivo já nos acréscimos.

Análise das decisões arbitrais questionadas

O Egito aponta vários pontos de controvérsia na arbitragem:

Anulação do gol de Mostafa Zico: O gol foi anulado após intervenção do VAR. A decisão se baseou em que Marwan Attia foi penalizado por pisar o pé de Lisandro Martínez no início da jogada. Embora tenha sido uma decisão polêmica, o Egito já vencia por 1-0 naquele momento e marcou um segundo gol nove minutos depois, o que torna difícil determinar se o resultado teria sido diferente caso o gol de Zico tivesse sido validado.

Possíveis penais não sancionados: O Egito considera que houve duas situações de falta que não foram penalizadas antes do gol da vitória de Enzo Fernández. Uma envolveu Hamdi Fathy, que caiu ao solo ao contato com Alexis Mac Allister, e outra onde Mohamed Salah sentiu que foi derrubado por Julián Álvarez.

Embora existam similaridades entre essas situações e a do penal não cobrado, o contato pé com pé em ambos os casos não foi considerado suficiente pelo árbitro para sancionar penais. É relevante observar que se Salah tivesse estado fora da área, o VAR teria avaliado uma falta similar à de Martínez, em vez de um penal.

¿Evidência de conspiração?

Embora as decisões arbitrais tenham gerado polêmica, resulta difícil considerá-las como prova de uma conspiração orquestrada a favor de Messi ou da Argentina.

Um dado notável no torneio é que na partida dos quartos de final entre França e Marrocos, pela primeira vez, toda a equipe arbitral em campo — árbitro principal, assistentes, quarto árbitro e suplente — procede do mesmo país. Em contraposição, nas outras ocasiões em que o árbitro argentino Facundo Tello foi designado nesta Copa do Mundo, o quarto árbitro e o suplente foram de nações diferentes (Arábia Saudita e Colômbia, respectivamente).

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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