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Política

Acidente em Pedrozo: Bachi Núñez qualifica como oportunista pedido de interpelação

17/08/2026 13:45 3 min lectura 26 visualizações

Durante a sessão da mesa diretiva da Câmara de Senadores, os legisladores abordaram sobre o trágico acidente de trânsito na zona de Pedrozo, neste último fim de semana passado, no qual faleceram membros de toda uma família, dois deles funcionários do Senado. O setor da oposição impulsiona um pedido de interpelação contra a ministra de Obras Públicas e Comunicações (MOPC), Claudia Centurión.

Ante esta proposta, o presidente do Senado, Basilio Núñez, questionou seus colegas por plantear a interpelação da ministra, porém, não existe uma proposta de abordagem geral sobre a situação de emergência viária em todo o país.

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"Aqui nesta Câmara foi aprovada a Lei de Emergência em Segurança Viária e fui um dos que alertou que no Paraguai temos 4 falecidos por dia, dói sobremaneira porque neste caso são funcionários do Congresso, mas eu não vou ser um corvo que vai cavalgar sobre a morte de compatriotas e mais de colegas de trabalho e ser oportunista ao pedir agora uma interpelação. Adianto minha postura contra", apontou.

O titular legislativo referiu que se requer de uma abordagem mais complexa e extensa, a nível nacional, como o maior controle das condições de veículos, o controle de condutores em estado de embriaguez, e inclusive, analisar a aplicação do seguro para terceiros ante o aumento considerável de acidentes de trânsito e vítimas dos mesmos que afetam a milhares de famílias paraguaias.

"Estamos em uma emergência de segurança viária, e na Câmara de Deputados foi uma proposta do setor do Partido Colorado, que buscar uma solução definitiva. Quiero dizer aos colegas que agora se inteiraram, que provavelmente foi um correligionário deles quem instalou um semáforo nessa zona, quem se mobilizou para ter um semáforo nessa zona, não vão pedir a destituição do intendente de lá porque é correligionário", assinalou.

Obras em zona fatal

O avanço das obras na zona fatal escapa à responsabilidade do MOPC, pois os trabalhos estão em 47%, mas as pretensões de dois proprietários na zona de desafetação não permitem avançar, já que se opõem a ceder. É por isso que se teve que judicializar, via Procuradoria.

Uma das terras era de Mocipar, que perdeu a propriedade e hoje o que aparece como dono, via usucapião é Maxi Campana.

A outra propriedade em litígio pertence a Carlos Ayala, inclusive aparecem no meio alguns vereadores locais que operam em favor dos proprietários, o que dificulta acordar para avançar com os trabalhos.

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Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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