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Cultura

A rede barredera: uma parábola sobre a inclusão divina

30/07/2026 14:45 2 min lectura 25 visualizações

A parábola da rede barredera

Jesus empregava a imagem de uma rede barredera para transmitir ensinamentos espirituais. Trata-se de um tipo de rede alongada e larga que se estende entre dois barcos e que ao arrastá-la recolhe peixes, restos de algas e qualquer objeto que flutua na água.

O significado teológico da parábola

Santo Josemaría refletia sobre essa imagem:

"O Senhor entre barcos e redes encontrou seus primeiros discípulos, e muitas vezes comparava a obra de almas com as tarefas de pesca. Você se recorda daquele milagre da pesca, quando as redes se partiam? A essa pesca apostólica, aberta a todas as almas, poderíamos aplicar aquele texto de São Mateus, que fala de uma rede barredera, lançada ao mar, que recolhe todo tipo de peixes, de qualquer tamanho e qualidade, porque em suas malhas cabe tudo aquilo que nada nas águas do mar".

A parábola transmite uma mensagem fundamental: Deus deseja que todas as pessoas, independentemente de sua cultura, raça ou condição social, desfrutem da felicidade eterna em seu Reino. Não existe exclusão no chamado divino à amizade com Ele, embora reconheça que nem todos necessariamente o acolherão.

O mundo como oceano de diversidade

O mar representa o mundo onde convivem toda classe de pessoas com as mais variadas disposições e circunstâncias. A vontade salvífica de Deus alcança a todos, ficando na liberdade de cada indivíduo acolher ou rejeitar seu chamado.

De maneira similar a como os pescadores na margem separam o que é bom do que é mau entre tudo aquilo que a rede arrastou, assim sucederá ao final dos tempos conforme a doutrina cristã.

O juízo final e a conduta humana

O Catecismo ensina:

"Cristo julgará os vivos e os mortos com o poder que obteve como Redentor do mundo, vindo para salvar os homens. Os segredos dos corações serão desvelados, assim como a conduta de cada um com Deus e o próximo. Todo homem será plenamente vivificado ou condenado para a eternidade, segundo suas obras".

Este ensinamento sublinha que o juízo final se fundamentará nas ações e decisões de cada pessoa durante sua vida, considerando tanto sua relação com o divino quanto com seus semelhantes.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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