A área de aposentadoria do IPS goza de boa saúde, garante seu novo presidente
Situação financeira do IPS
O novo presidente do Conselho de Administração do Instituto de Previsão Social (IPS), Derlis León, apresentou uma análise sobre as prioridades de sua gestão e a situação financeira da entidade. O médico destacou um panorama alentador na área econômica de aposentadorias, embora tenha apontado desafios significativos em outros setores.
Segundo León, o fundo de aposentadorias "goza de boa saúde", independentemente de que se utilizem as reservas de investimentos para cumprir com as obrigações nesta área. O funcionário indicou que existem múltiplos anos disponíveis para implementar medidas corretivas e equilibrar a situação financeira.
Desafios na área de saúde
O presidente alertou sobre o desfinanciamento persistente da área médica, que mantém um déficit mensal de USD 12 a 15 milhões há mais de doze anos. "O fundo de saúde está desfinanciado. O modelo de gestão atual para cumprir com as obrigações dos serviços de saúde que proporcionamos enfrenta um desfinanciamento que se estende por mais de uma década", expressou.
León enfatizou que é necessário melhorar as compras e os gastos na área de saúde, assim como otimizar a oportunidade na prestação de serviços. Sugeriu que eventualmente poderia ser replanejado o modelo de gestão atual.
Fortalezas do sistema de seguro social
O presidente ressaltou as características únicas do seguro social paraguaio, apontando que é um modelo solidário sem equivalentes no mundo. Explicou que um contribuinte com salário mínimo destina G. 180.000 mensais para despesas de saúde, o que lhe permite acessar cobertura oncológica e de terapia intensiva de forma ilimitada.
Os benefícios do sistema se estendem aos familiares diretos, incluindo cônjuge, filhos menores de 18 anos e pais. "Há que se cuidar deste IPS porque é um seguro e um modelo único no mundo", enfatizou León.
Investimento em tecnologia
León abordou a importância do investimento em tecnologia e equipamentos biomédicos para o tratamento do câncer e outras doenças crônicas. Mencionou que atualmente na região e no mundo se implementam tecnologias que agilizam os tempos cirúrgicos e reduzem os períodos de repouso dos pacientes, o que impacta positivamente na redução de custos operacionais.
"Isso significa investir também em tecnologia e equipamentos biomédicos. Há ainda vários desafios pela frente", concluiu o funcionário, sublinhando a necessidade de continuar melhorando a qualidade de vida dos pacientes enquanto se otimizam os recursos disponíveis.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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