A ameaça dos EUA ao Irã: "Um isolamento econômico como o mundo nunca viu"
"Será uma combinação de isolamento econômico, como o mundo nunca viu", declarou Scott Bessent à rede de televisão conservadora Newsmax.
Acrescentou que "o contínuo bloqueio no Estreito de Ormuz impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos".
Bessent apresentou a estratégia como a combinação de duas medidas: a asfixia financeira e o bloqueio físico, citando como comparação Havana e Caracas. "Venezuela desabou imediatamente quando impusemos o bloqueio", disse.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, havia declarado na quinta-feira na Fox News que "o objetivo número um" dos Estados Unidos frente ao Irã era "manter o petróleo e o gás baratos para os estadunidenses em todo o nosso país", e que "o objetivo número dois" era garantir "que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear".
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Este endurecimento contrasta com as declarações realizadas pelo mesmo Bessent em 4 de agosto, quando mencionou na CNBC um possível acordo com Teerã "hoje ou amanhã" para reabrir o Estreito de Ormuz.
A opção da pressão econômica ocorre enquanto a via diplomática parece completamente bloqueada, já que tanto Washington quanto Teerã se mantêm firmes em suas condições para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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