Vírus respiratórios causaram 72 mortes o que vai do ano
Não é apenas uma gripinha! A temporada de vírus respiratórios está em pleno curso, somando mais casos cada semana nos hospitais.
A Direção Geral de Vigilância da Saúde apontou em seu último informe que o número de consultas marca um aumento das doenças respiratórias.
O dado mais relevante do último informe aponta que no que vai de 2026 foram confirmados 72 falecidos por vírus respiratórios.
Dois óbitos dos falecidos correspondem à última semana e estão associados à influenza A H3N2. Segundo o relatório, a notificação de consultas por doença tipo influenza (ETI) nos centros sentinela passou de 2.419 para 2.671.
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Com estes números, a curva de tendência de consultas por quadros respiratórios está acima do limiar estacional. O total de consultas por doença tipo influenza em nível país chega a 42.227, detalha Vigilância da Saúde.
No que corresponde aos internados por causa dos quadros respiratórios foram 324 hospitalizados por causa das infecções respiratórias agudas graves (IRAG).
A quantidade, correspondente à última semana estudada, mostra um incremento de 11% de ingressos hospitalares.
O 17% dos internados ingressaram na unidade de cuidados intensivos. O maior percentual de hospitalizados está concentrado atualmente nos adultos de 60 anos. São seguidos da faixa em idade pediátrica de 5 a 19 anos e as crianças menores de 2 anos.
Segundo as análises realizadas aos pacientes internados por causa das infecções respiratórias agudas, os vírus circulantes são rinovírus, influenza A não subtipificada, parainfluenza, influenza A (H3N2), vírus sincicial respiratório (VSR) e adenovírus.
Desde Vigilância da Saúde recomendam que em caso de apresentar sintomas respiratórios (tosse, dor de garganta ou outros) é conveniente usar máscara para impedir contágios.
Nestes casos também devem comparecer à consulta médica para receber o tratamento oportuno e cumprir com o repouso indicado.
O Ministério da Saúde Pública lembra também não enviar as crianças com sintomas respiratórios à escola, colégio ou creche.
Recomenda às instituições educativas colocar em prática os filtros especiais para detectar os alunos que apresentem sintomas ou estejam padecendo um quadro respiratório nestes dias.
Outra recomendação para a população é evitar comparecer ao local de trabalho nas condições descritas, a fim de prevenir contágios e absenteísmos massivos. O Ministério da Saúde Pública lembra também a disponibilidade das vacinas contra a influenza, VSR (para crianças) e pneumo23.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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