Senador liberal arrecada mais de G. 70 milhões por mês do Estado, graças a multifunções
O senador liberal Éver Federico Villalba Benítez, que costuma se pronunciar contra funcionários públicos com altos salários no Estado, resultou ter um salário que duplica o do presidente da República. Graças ao acúmulo de rubros na Universidade Nacional de Pilar (UNP) e sua entrada no Congresso, o legislador efrainista arrecada G. 72.400.000 ao mês do erário público, o que ao ano equivale a G. 941.200.000, montante destinado apenas aos bolsos de uma pessoa.
O crítico senador liberal efrainista Éver Federico Villalba Benítez, que aproveita qualquer oportunidade para protestar contra funcionários públicos com elevado salário, resultou ser parte do ranking dos melhores remunerados do Estado.
Conforme as folhas salariais publicadas nos portais institucionais, o legislador efrainista leva G. 72.400.000 mensais em conceito de salário, graças ao acúmulo de rubros na Universidade de Pilar que quase se equiparam ao seu importante ingresso como legislador.
Villalba arrecada G. 37.900.000 ao mês como senador e G. 34.340.210 mensais na UNP, que, juntos lhe rendem um ingresso mensal de G. 72.400.000. Este montante equivale ao dobro do que percebe o presidente da República.
Apenas em salários e bonificações, o liberal Villalba leva G. 941.200.000 ao ano do Estado. Isto sem contar com viáticos e outros ingressos. O suprassalário do legislador na UNP se atribui a suas multifunções nesta casa de estudos.
Figura como diretor geral, cargo administrativo que teoricamente exerce no horário de 7:00 a 13:00 e que lhe gera polpudas bonificações e demais benefícios como responsabilidade no cargo, grau acadêmico, antiguidade.
O senador arrecada também como professor e guia de trabalho na Faculdade de Ciências Contáveis da mesma universidade. A estes se somam dois rubros mais como professor e pesquisador especializado na Faculdade de Ciências Tecnologias e Arte da UNP.
Não se deve esquecer que a parceira do hoje crítico parlamentário, Mirtha Elizabeth Benítez Machuca também experimentou seus bons tempos no Estado durante o governo de Mario Abdo Benítez, como privilegiada comissionada em Yacyretá, entidade à qual hoje demanda por cobrança de polpudas gratificações.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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