María Corina Machado participa de missa no Panamá e expressa unidade diante da dor venezuelana
Participação em ato religioso no Panamá
María Corina Machado assistiu à homilia dominical oficiada pelo arcebispo metropolitano do Panamá, José Domingo Ulloa, na catedral Santa María La Antigua, localizada no Casco Antigo. Acompanhava-a a ex-presidente panamenha Mireya Moscoso, que exerceu o cargo entre 1999 e 2004.
Mensagem de unidade e gratidão
Ao final da missa, Machado dirigiu-se aos presentes expressando:
Hoje é um momento em que nos encontramos em uma dor profunda, mas também na fé de que a Venezuela se levantará e o único que quero dizer hoje é o agradecimento ao povo do Panamá, a cada um de vocês por como nos acolheram. A Venezuela se levantará com mais força que nunca, essa dor nos uniu, nos fundiu
Primeira aparição pública no Panamá
Essa constituiu a primeira aparição pública de Machado no país centro-americano sem aviso prévio, desde que divulgasse um vídeo em 29 de junho no qual informou encontrar-se no Panamá após ver frustrada sua intenção de retornar à Venezuela.
Palavras do arcebispo Ulloa
Durante a cerimônia religiosa, dedicada às vítimas dos terremotos, o arcebispo Ulloa saudou Machado com respeito e proximidade, expressando sua oração para que o Senhor a ilumine, a fortaleça e a sustente na responsabilidade que assumiu ao serviço de seu povo.
Iniciativas de solidariedade
O arcebispo indicou que a oração do dia também abraça a quem sofre as consequências do terremoto, e instou a realizar gestos concretos de solidariedade com os venezuelanos afetados pelos sismos. As coletas realizadas naquele domingo em todas as igrejas do Panamá seriam canalizadas através de Cáritas Nacional Panamá, em comunhão com Cáritas Venezuela, para garantir que a ajuda chegasse com transparência e celeridade a quem mais a necessitava.
Contexto dos terremotos
O Governo venezuelano reportou ao menos 2.954 falecidos pelos sismos que afetaram especialmente La Guaira, zona costeira próxima a Caracas, com o desabamento de dezenas de edifícios em 24 de junho, dia de folga nacional quando famílias inteiras encontravam-se em suas residências.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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