Mãe pede ajuda pela falta de reagentes para exames em Mariano Roque Alonso e Loma Pytá
Romina García manifestou à NPY que compareceu às 4h30 ao hospital de Mariano Roque Alonso com sua filha em cadeira de rodas. No local, tanto ela quanto outros pacientes saíram decepcionados, pois não havia todos os exames disponíveis.
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A mulher relató que compareceu também ao hospital de Loma Pytá, em Assunção, mas tampouco conseguiu os exames de tiroides e glicemia, além de outros mais específicos. Verificando, detalhou que na rede privada o custo fica em torno de G. 600.000.
A mãe explicou que sua filha tem consulta com um neurologista no próximo 26 de maio e que precisa ver seus resultados para ajustar-lhe a medicação, já que ultimamente não está dormindo bem.
A paciente, de 21 anos, toma além disso três tipos de anticonvulsivos, já que convulsiona até dormindo. Apenas um dos medicamentos representa um custo de uns G. 600.000 ao mês.
Na unidade, contam apenas com hemograma e triglicerídeos, assim como também não têm os dosagens de vitaminas que a jovem necessita.
"Eu sou de Mariano Roque Alonso, às 4h30 da manhã nos fizeram formar fila no pátio, ao relento. Muitos pacientes foram embora de graça, têm que ir à rede privada. Não sei o que vou fazer, são vários exames, tenho outros dois filhos, uma menina de 11 e um filho de 8 anos", mencionou a mãe.
Também, especificou que seu companheiro é motorista e trabalha até tarde, mas o dinheiro já não alcança. A mulher tenta subsistir vendendo empanadas em seu bairro, já que não pode sair para trabalhar, devido a que sua filha requer atenção constante.
As pessoas que queiram ajudar a família podem entrar em contato pelo (0985) 528-490.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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