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Julio Cáceres, entre o amor e a gratidão infinita ao Olimpia

19/05/2026 19:45 3 min lectura 6 visualizações
Julio Cáceres, entre el amor y el agradecimiento infinito al Olimpia

"Praticamente, é o clube onde nasci e me formei. Eu me sacrificei para ter essa oportunidade, e a tive com grandes jogadores históricos do clube, (que me ensinaram) o significado que tem o clube, que ganhou praticamente tudo no nosso futebol", disse durante uma conversa exclusiva com o Equipo D10.

Para o Imperador, "ganhar coisas importantes" com o Decano "foi algo único". Depois de levantar títulos como jogador, também repetiu como técnico do elenco.

EM SOLITÁRIO. Em plena pandemia da covid-19, pendurou as chuteiras. "Minha aposentadoria foi ao término da pandemia, mas não pude compartilhar com a gente, mas acredito que foi no momento certo", garantiu.

Cáceres assumiu a Reserva, ganhou experiências no corpo técnico de Néstor Gorosito e depois assumiu a direção do time, após a destituição do técnico argentino.

"Ter essa oportunidade de dirigir o clube onde você começou, onde ganhou a Copa Libertadores, a Recopa e torneios, e voltar a campeonar como técnico, a verdade é que se disser em palavras será pouco, a gratidão é infinita", manifestou.

Ressaltou que o Franjeado "é um clube demasiado importante e exigente", mas ele e seu corpo técnico responderam à confiança da diretoria "ganhando títulos". Em seu primeiro ciclo após a linha de cal, ganhou Copa Paraguai e a Supercopa Paraguai (2021) e o Torneo Clausura (2022).

ESCOLA ODD. Em outro momento, Cáceres se recordou de Osvaldo Domínguez Dibb, o lendário presidente do Olimpia, que deixou uma marca indelével na instituição.

"A gratidão ao presidente, que além de ganhar tudo, nos incutiu a forma de encarar, como era o pensamento do clube. Por isso, o Olimpia ganhou muitas coisas, há uma escola que não deveria terminar nunca, é da raiz do clube", ressaltou.

Consultado sobre como era ODD, Cáceres não hesitou ao afirmar que o Tigre não se valia apenas do dinheiro para motivar seus jogadores. "Osvaldo sempre nos incentivava também com palavras, te fazia acreditar no que o clube buscava, que nós tínhamos que ter história grande no clube", afirmou.

A LIBERTADORES. Sobre o Olimpia de 2002, que ganhou a Libertadores pela última vez, disse que o time "era uma família", e "nunca se diminuía" em campo.

"Formou-se um grupo muito importante. Déficit íamos ter muitos, mas na hora de competir era único. Entregava-se pelo grupo, pela camisa. Nunca pensamos em nos diminuirmos, nunca nos sentíamos pequenos, éramos grandes com a camisa", sentenciou.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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