Hospital Central do IPS tem quase 60 anos e não possui seguro
A Gerência de Abastecimiento e Logística do Instituto de Previsión Social (IPS) informou durante a reunião de terça-feira, transmitida ao vivo, que não existe contrato de seguro vigente para o Hospital Central nem para seus equipamentos. Isso – segundo os próprios conselheiros – representa uma vulnerabilidade institucional de primeira ordem.
"Apólice... Não, não há. Nunca se assegurou o edifício", enfatizou uma das conselheiras, acrescentando que nunca se assegurou por falta de orçamento.
"Deus nos guarde e nos livre; nunca ocorra algo que afete pacientes internados. Eu creio que há que gerenciar os meios para que o Instituto e os hospitais estejam cobertos. Isto, se chegar a ocorrer, pode ser uma catástrofe para a instituição", alertou o presidente do IPS, Isaías Fretes, ante esta revelação de que o edifício não tem seguro contra incêndios.
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Esta enorme estrutura, de grande referência na rede sanitária, começou a ser construída no ano 1965, sob a presidência de Emilio Cubas, e concluiu quatro anos depois, em 1970; tem uns 57 anos recebendo pacientes diariamente de diversos pontos do país. São vários os princípios de incêndio que padeceu na última década. Quanto às causas do sinistro de fevereiro deste ano, o Conselho indicou que ainda não se dispõe de um informe conclusivo.
Indicou-se que a fiação elétrica do hospital é obsoleta e já não suporta a potência requerida pelos equipos atuais, o que gera superaquecimento e aumenta o risco de incêndio.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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