FIFA mantém em aberto direitos do Mundial na Índia e China
O organismo dirigente do futebol confirmou que, embora tenha fechado acordos em mais de 175 territórios, a situação nesses dois mercados asiáticos continua sem se resolver.
"As discussões na China e Índia com relação à venda de direitos de mídia para a Copa Mundial da FIFA 2026 estão em curso e devem permanecer confidenciais nesta etapa", assinalou a FIFA ao ser consultada pela EFE.
Na Índia, a falta de um anúncio oficial coincide com um momento de reestruturação no setor de mídia após a recente fusão dos gigantes Reliance e Disney.
Embora fontes do setor apontem para discrepâncias na avaliação econômica dos direitos, após os 60 milhões de dólares pagos pela edição Catar 2022, nenhuma das partes envolvidas confirmou até o momento a existência de ofertas formais ou o estado exato do processo de negociação.
Igualmente, o grupo Sony, outro dos atores principais no mercado indiano, evitou fazer comentários públicos sobre sua participação no processo.
No caso da China, historicamente, a emissora estatal CCTV garantiu a cobertura da Copa do Mundo com meses de antecedência para coordenar seu inventário publicitário.
China e Índia representaram conjuntamente 22,6% de todo o alcance digital global durante a Copa do Mundo de 2022. Especificamente, a China gerou 49,8% de todas as horas de visualização em plataformas digitais e sociais do torneio anterior.
Por sua vez, a Índia contribuiu com 2,9% do alcance global em televisão aberta e um impacto crescente em streaming.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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