EUA adverte que lançamento de projéteis do Hezbollah contra Israel é 'insustentável'
"O 'status quo' é insustentável", declarou à imprensa uma fonte do Departamento de Estado, que garantiu que desde 17 de abril o Hezbollah rompeu o cessar-fogo com o lançamento de 1.000 drones e 700 foguetes para "tentar sabotar as negociações".
"O Hezbollah é totalmente responsável pela situação atual", acrescentou a mesma fonte, que justificou os contínuos ataques israelenses contra território libanês: "Não se pode esperar que Israel absorva passivamente os ataques contra suas forças armadas e civis".
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A Administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se expressou assim no mesmo dia em que o meio de comunicação americano Axios publicou que Washington apoiaria uma escalada na ofensiva militar israelense em represália aos ataques do Hezbollah.
O ministro israelense de Segurança Nacional, o ultraderechista Itamar Ben Gvir, instou nesta segunda-feira o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a retomar "uma guerra em larga escala" contra o Líbano, além de cortar o fornecimento de energia elétrica deste país.
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A semana passada, o Líbano e Israel, que mantiveram três rodadas de negociações de paz em Washington, acordaram estender o cessar-fogo por mais 45 dias, porém o Estado judeu continua atacando o território libanês diariamente.
O Hezbollah não participa das conversas em andamento, cuja próxima rodada ocorrerá nos próximos dias 2 e 3 de junho em Washington, assim como uma reunião a nível militar no Pentágono em 29 de maio.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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