Brincadeira em sala de aula com lápis deixa criança com perfuração intestinal
O fato se registrou na sala de aula de uma escola de Limpio e a vítima é um aluno de 9 anos, que foi submetido a duas cirurgias depois da brincadeira que terminou em uma lesão grave. Agora deve se tratar por pelo menos um ano, caso não se agrave.
A mãe conversou com Telefuturo e explicou que os colegas colocaram um lápis com a ponta para cima. O pequeno está em sua casa depois de ter ficado seis dias internado no Sanatorio Internacional, onde o gasto aproximado foi de G. 40 milhões.
A comunidade educativa assinou uma nota promissória do hospital privado para assumir a totalidade em um prazo de 15 dias e estão realizando atividades para a arrecadação de fundos. Até o momento juntaram apenas G. 4 milhões, afirmou em outro momento ao canal Antonia Barreto, a diretora da escola de Limpio.
O tratamento poderia se estender a mais de um ano e a família, por sua parte, também está pedindo ajuda pelos elevados gastos médicos.
"Não sei como chamar o que aconteceu, mas já aconteceu. Agora temos um compromisso muito grande com meu filho de tirá-lo adiante, porque meu filho vai carregar essas sequelas para toda a vida. Tem três partes suturadas de seu intestino, temos que ver se não há algum vazamento de líquido, se não cicatriza, se não engrossa", manifestou.
De acordo com os informes médicos, apresentou orifícios de entrada e saída no intestino afetado.
A diretora da escola, Antonia Barreto, assegurou que a professora ativou o protocolo imediatamente e se chamou os bombeiros, a Policía Nacional e as autoridades da supervisão regional do Ministerio de Educación y Ciencias (MEC) para atuar pertinentemente no caso e conseguir o atendimento médico urgente da criança.
No início foi trasladado ao Centro de Salud de Limpio, onde não contavam com cirurgia infantil nem anestesista para o procedimento cirúrgico correspondente. Ia ser trasladado a outro centro médico, mas deviam esperar cerca de quatro horas por uma ambulância, pelo que os diretivos da escola, com autorização da mãe, levaram o aluno a um sanatório privado.
A professora mencionou que à criança foram feitas duas cirurgias, de G. 4 milhões e G. 7.500.000, e que tanto professores como pais assumiram o valor. No entanto, o gasto subiu posteriormente a cerca de G. 40 milhões, o qual deve ser quitado em 15 dias.
Também se tomaram medidas de abordagem psicológica, mudança de turnos, intervenção da Codeni e a disposição de aulas virtuais para o afetado.
As pessoas que queiram ajudar a família podem se comunicar pelo (0983) 916-331.
Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.
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