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Paraguai

Após avaliação, serão derrubadas 22 árvores na Praça Uruguaia

16/07/2026 01:45 3 min lectura 8 visualizações

Segundo adiantou o diretor de Gestão Ambiental da municipalidade, Máximo Barreto, finalmente serão 22 as árvores que serão derrubadas e não 37 como estava previsto.

"São 17 dentro da praça e cinco fora dela. Esses 22 vamos tentar reemplazar no mesmo lugar por outras árvores nativas", detalhou.

As condições dessas árvores fazem com que seja impossível que possam ser conservadas. Algumas delas já estão com as raízes secas, outras mostram uma inclinação, demonstram que estão sem raiz.

Esta situação gera um alto risco de queda, o qual coloca em perigo a integridade de quem faz uso do espaço público, observaram.

"Há algumas que o último recurso é a remoção e a reposição, não dão mais. Para as demais vamos aplicar medidas de sanitização, mediante a aplicação de podas de saneamento e alguns medicamentos que dispomos", explicou o funcionário.

Após o percurso de levantamento realizado na véspera, informou Barreto, a empresa deverá enviar uma segunda solicitação para realizar a substituição das 22 árvores.

"A partir daí vamos realizar a revisão novamente para que possamos dar nosso veredicto final sobre isso", acrescentou.

Afirmou que os vizinhos ficaram muito satisfeitos com as explicações técnicas que deram durante o percurso de levantamento, já que o tema das árvores era a reclamação principal que tinham.

Também havia outro pedido, que tem a ver com a falta de melhor comunicação por parte do consórcio para informar os vizinhos sobre os trabalhos. A empresa também deve informar à municipalidade e ao MOPC. Segundo o funcionário municipal, há um compromisso da empresa de que esta situação melhore.

A falta de comunicação foi outro reclamo dos vizinhos da praça. Silvio Vázquez, porta-voz do grupo, mencionou que esse é um requisito vigente no contrato que não está sendo cumprido.

"A socialização da informação e a participação com os vizinhos, que é uma cláusula vigente dentro de seu contrato, não está sendo realizada. Pessoalmente exigi ao vice-ministro e à diretora de obras públicas, para que façam este reclamo ao consórcio, sobre a socialização", contou.

Falou sobre uma atitude hostil por parte da empresa em relação aos vizinhos que foram ao percurso. "A hostilidade que teve o consórcio conosco hoje foi incrível, nos proibiram de gravar ou tirar fotos do percurso". A redação constatou tal atitude, quando os funcionários da empresa se recusaram a mostrar as árvores recenseadas e inclusive impediram que tirassem fotos no espaço público.

Esta notícia foi traduzida pela Equipe Editorial do ParaguaiNews a partir da notícia original publicada por nossos colegas do Diario Paraguayo.

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